quarta-feira, 7 de julho de 2010
Animação
Abraços Fraternais !
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Reunião sábado dia 03/07
Confira
http://www.capitulosantograaltc.xpg.com.br/quad_hor.html
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Site Capítulo
Acessem http://www.capitulosantograaltc.xpg.com.br/index.html
Em breve, quando todos tiverem sabendo da existência do SITE, postarei tudo lá.
Dúvidas, sugestões, frases para serem colocadas no mural do site, entre contato comigo através do EMAIL: lucasporto1992@gmail.com
ABraços Fraternais !
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Atenção
Não haverá reunião neste sábado dia 26/06 para os graus iniciáticos. Para os graus 2, reunião no Capítulo Humberto Martins, chegando lá no máximo 14:00 horas.
Para os iniciáticos, estou com um questionário em mãos para os que interessarem a realizar o estudo ritualístico sábado. Os que interessarem, me procurem !!!
Abraços Fraternais !
quinta-feira, 17 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010

A criação do Capítulo da Ordem DeMolay em Três Corações, como funcionamento em nossa Loja Maçônica, se deu através de 2 jovens DeMolay’s estudantes de Odontologia em nossa cidade, que vieram à nossa Loja explanar o que era DeMolay, e sugerir que fosse criado um Capítulo em Três Corações.
O Ven:. M:. Gilberto Cirilo de Miranda na época, incumbiu o irmão José Grácio Gomes Soares a pesquisar sobre o assunto, e dar um retorno com o devido parecer. Isso acontecendo, o Ven:. M:. verificou com os IIr:. da possibilidade da criação desse Capítulo, mas em princípio, a Loja Maçônica Fraternidade Rioverdense não se responsabilizaria por qualquer coisa. Diante disso, o irmão Paulo Roberto Pereira Callegari, juntamente com dois irmãos do quadro; José Grácio Gomes Soares e Tadeu Lemos Ribeiro, criaram um Triângulo Maçônico, com o nome“Triangulo Esquadro e Compasso – Arlindo dos Santos”, formalizando oficialmente uma entidade que daria o suporte, para a criação do Capítulo da Ordem DeMolay em Três Corações.
Tendo o apoio desses dois irmãos, Paulo Roberto Pereira Callegari, destinou a sua residência como sede desse Triângulo, e inclusive sugerindo o nome do Capítulo, como:“Santo Graal”, dando o nome definitivo desse como: Capítulo Santo Graal da Ordem DeMolay. Dado como Fundado em 14 de junho de 1995 e Instalado em 17 de setembro de 1995.
Assim, esse grupo de jovens foi tomando corpo, e logo, a Loja Maçônica Fraternidade Rioverdense viu-se na condição de apoiar incondicionalmente. Além disso, muitos desses jovens já vinham da Loja de Adoção de Lowtons da Fraternidade Rioverdense, que somado com outros de nossa sociedade (filhos ou não de Maçons), fortalecia ainda mais a idéia e o propósito. Diante disso, muitos irmãos ajudaram e colaboraram com suas presenças, trabalhos e direção desse Capítulo. Como presidentes dos Conselhos Consultivos da Ordem DeMolay do Capitulo Santa Graal, estiveram à frente os seguintes irmãos:
- Ir:. Paulo Roberto P. Callegari
- Ir:. Pedro José Chediak Filho
- Ir:. Tadeu Lemos Ribeiro
- Ir:. Pedro de Jesus J. Balazote
- Ir:. Paulo Roberto de Mesquita
- Ir:. Paulo Eustáquio Habel
- Ir:. Hugo Couto
sábado, 5 de junho de 2010
Filantropia
Agradeço desde já!
Sois um DeMolay?
Como viera eu parar ali?
O ambiente era familiar. Já estivera ali, mas... quando?
Caminhava sem rumo.
Pessoas desconhecidas passavam por mim, contudo, não tinha coragem de abordá-las.
Mas..Espere, que grupo seria aquele reunido de roupa característica?
Lógico! Não estariam indo e vindo de uma festa..Não são evangélicos ou algo parecido. É claro! São Irmãos!
Aproximei-me do grupo. Ao me verem chegar interromperam a conversa.
Discretamente executei o sinal do Grau Iniciático, obtendo resposta. A alegria tomou conta de mim. Estava entre amigos. Identifiquei-me. Perguntei ansioso o que estava acontecendo comigo.
Responderam-me com muito cuidado e fraternalmente. Havia desencarnado.
Fiquei assustado; e a minha família, os meus amigos, como estavam?
Estão bem, não se preocupe; no devido tempo você os verá, responderam.
Ainda assustado, indaguei do motivo de suas vestes.
Um deles me informou que estavam encaminhando a uma sala Capitular.
Sala Capitular? Templo maçônico. Vocês têm um? Sim, claro. Por que não?
Senti-me mais à vontade, afinal fui um Mestre Conselheiro, Ilustre
Comendador Cavaleiro e ainda por cima Grande Comendador Chevalier, e, com certeza receberei as honras devidas a minha posição. Pedi para acompanhá-los, no que fui atendido.
Ao fim da pequena caminhada avistei o Templo. Confesso que fiquei abismado. Sua imponência era enorme. As colunas do pórtico... Majestosas.
Nunca vira nada igual. Imaginei como deveria ser seu interior e como me sentiria tomando parte nos trabalhos. Caminhamos em silêncio. Ao chegar ao salão de entrada verifiquei grupos de Irmãos conversando animadamente, porém em tom respeitoso.
O que parecia ser o líder do grupo e que me acompanhava chamou um Irmão que estava adiante:
-- Irmão 2º Diácono! Acompanhai o Irmão recém-chegado e com ele aguarde.
Não entendi bem. Afinal, tendo realizado o toque dos graus capitulares e da cavalaria, e estando com as minhas comendas de PMC, PICC e PGCC, esperava, no mínimo, uma recepção mais calorosa.
Talvez estejam preparando uma surpresa à minha entrada; para um irmão com minhas credenciais não poderia se esperar nada diferente. Verifiquei que os Irmãos formavam o cortejo para entrada no Templo. A distância, não pude ouvir o que diziam, contudo, uma luminosidade esplendorosa cercou a todos. Adentraram silenciosamente no Templo. Comigo ficou o Irmão 2º Diácono.
De tanta emoção não conseguia dizer nada. O tempo passou... Não pude medir quanto.De repente, a porta do Templo se entreabriu o Irmão Mestre de Cerimônias, encaminhando-se a mim, comunicou que seria recebido.
Ajeitei-me, estufei o peito, verifiquei se minhas comendas não estavam desleixadas e caminhei com ele. Tremia um pouco, mas quem não o faria em tal circunstância?
Respirei fundo e adentrei ritualisticamente ao Templo. Estranho... Esperava encontrar luxuosidade esplendorosa, muito ouro e riqueza. Verifiquei, rapidamente, no entanto, uma simplicidade muito grande. Uma luz brilhante, vinda não sabe de onde iluminava o ambiente.
Cumprimentei o Mestre Conselheiro da reunião na forma usual. Ninguém se levantou à minha entrada. Mantinham-se calados... Respeitosos.
Não sabia o que fazer... Aguardava ordens... e elas vieram não voz firme do Mestre Conselheiro.
-- [...]S. U. D. ?
Reconhecendo a necessidade do exame de proficiência em tais circunstâncias, aceitei respondê-lo. Estufei o peito, e com voz grave respondi:
-- [...]F.C.N.P.D.A.L.U.V.P.E.V.
Aguardei seguro, a pergunta seguinte.
Em seu lugar o Mestre Conselheiro, dirigindo-se aos presentes, perguntou:
-- Os Irmãos aqui presentes o reconhecem como DeMolay, Cavaleiro e Chevalier?
Assustei-me. O que era isso? Por que tal pergunta?
O silencio foi total.
Dirigindo-se a mim, o Mestre Conselheiro emendou:
-- Meu caro Irmão visitante, os Irmãos aqui presentes não o reconhecem como DeMolay!
-- Como não? Disse eu. Não vêem minha insígnia? Não verificaram através da [M] do [S] e do [T]. Ainda por cima realizei o sinal dos graus passados!
-- Sim, caro Irmão - retrucou solenemente o Mestre.
-- Contudo não basta ter ingressado na Ordem, ter diplomas ou insígnias para ser um DeMolay.
É preciso antes de tudo, ter construído o "seu Templo" e escolhido certo ao cruzar a vida, infelizmente verificamos que tal não ocorreu com o Irmão.
Observamos, ainda, que apesar de ter tido todas as oportunidades de estudo e de ter galgado os Graus, não absorveu seus ensinamentos.
Sua passagem pela ponte da indecisão foi efêmera e marcada por erros.
Não pude agüentar mais. Retruquei:
-- Como efêmera? Vocês que tudo sabem não observaram minhas atitudes fraternas?
Fui interrompido.
-- Irmão veja então sua defesa.
Automaticamente, desenhou-se na parede algo parecido com uma tela imensa de televisão e na imagem reconheci-me junto a um grupo de Irmãos, tecendo comentários desairosos contra a administração de meu Capítulo.
Em outras imagens vi-me virando as costas para um irmão que me cumprimentava, com o qual eu não simpatizava e que eu não procurava conservar laços de fraternidade.
Era tudo verdade.
Envergonhei-me.
Tentei justificar mas não encontrava argumentos.
Lembrei-me, então, de minhas ações beneficentes. Indaguei-os sobre tal. E mudando a imagem como se trocassem de canal, vi-me colocando a mão vazia no tronco da solidariedade. Era fato e, costumeiramente, o fazia, por achar que a contribuição não seria bem usado... Por não ter o que argumentar, calei-me e lágrimas de remorso brotaram-me nos olhos. Iniciei a retirar-me cabisbaixo e estanquei ao ouvir a voz autoritária e ao mesmo tempo fraterna do
Mestre Conselheiro que estava presidindo a reunião.
-- Meu Irmão. Reconhecemos suas falhas quando no orbe Terrestre e na Ordem DeMolay, contudo, reconhecemos, também que o Irmão foi iniciado em nossos Augustos Mistérios e em nossa fraternidade que deveria moldar seu caráter...
-- Prometemos em suas Iniciações protegê-lo e o faremos. O Irmão terá a oportunidade de consertar seus erros, afinal, todos nós aqui presentes já os cometemos algum dia.
-- Descanse nesse plano o tempo necessário e, ao voltar à matéria para novas experiências,nós o encaminharemos novamente a Ordem DeMolay. Sua nova caminhada, com certeza, será mais promissora e útil. Saí decepcionado, mas estranhamente aliviado. Aquelas palavras pareciam ter me tirado um grande peso.
Acordei, sobressaltado e suando muito. Meu coração disparado.
Levantei-me assustado, mas com certa alegria no peito.
Havia sonhado!
Dirigi-me ao guarda-roupa, minha indumentária ali estava. Instintivamente, retirei da camisa as minhas comendas e as guardei em uma caixa.
Ainda emocionado e com os olhos molhados de lágrimas, dirigi-me à minha mesa e com as mãos trêmulas e cheio de uma alegria juvenil, retirei da gaveta o Ritual do Grau Iniciático.
Irmãos espero ue encontrem aqui o verdadeiro ensinamento de nossa ordem!
Atenciosamente,
quinta-feira, 3 de junho de 2010
O primeiro DeMolay
Dentro de alguns semanas, a primeira reunião não oficial da Ordem DeMolay aconteceu no Templo do Rito Escocês na Cidade de Kansas. Louis foi o primeiro DeMolay a ter sua patente, emitida pelo Capítulo de Mãe, é 5 de outubro de 1919 datado e assinado por Frank S. Land. Louis também foi o primeiro membro da Legião de Honra e o primeiro Chevalier.
Por 1943, Louis, era funcionário da cidade bem conceituado, era o Diretor do Auditório Municipal. Em 18 de julho de 1943, Louis Lower foi assassinado fora da Estação de Bonde. Ele tinha parado para questionar um guarda de segurança bêbedo que estava dirigindo o tráfego em uma interseção abarrotada de uma rua. Quando Louis fora inspecionar o distintivo do guarda, este deliberadamente atingiu Louis com um tiro no tórax. Ele tinha quarenta e um anos de idade. Ele foi socorrido pela sua esposa a Sra. Dazie B. Lower, Fredonia Lower , Sra. J.E. Wasson, e o seu irmão Elmer W. Lower.
Louis Lower era um homem de ideais. Ele os manteve o momento de sua morte. Alguns eram sonhos de juventude quando ele era um DeMolay ativo do qual nunca deixou de ser.
A morte dele era uma perda profunda a Ordem DeMolay, especialmente a Frank S. Land que o tinha como um filho.
"Ele era um símbolo para milhões de jovens dos ideais e ensinos de nossa Ordem. Ele usou o manto da Ordem com dignidade e graça. Ele nunca esqueceu da responsabilidade que tinha adquirido. As éticas de liderança ensinadas na Ordem DeMolay floresceram em incontável campos de empenho. Ele era um homem de ideais... Ele amou Deus, a sua casa, e o seu país. Ele era um cavaleiro errante na vida diária embora ele nunca admitisse mas estava sempre lá.
"Louis Lower não era somente o primeiro DeMolay no mundo, mas também o primeiro Chevalier e o o primeiro membro da Legião de Honra. Ele era um símbolo dos ideais e ensinamentos de nossa Ordem." Disse Land
Fonte: http://www.capitulops.com.br/?pg=03
quarta-feira, 2 de junho de 2010
1º Bolão de Apostas
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Simbologia na Ordem DeMolay

domingo, 23 de maio de 2010
Agradecimentos
foi uma das cerimonias mais bonitas que já participamos ..
Por isso, agradecemos ao capitulo Humberto Martins ..
valeu mesmo galera , precisando de qualquer coisa tamo aqui , beleza ?
Abraços .
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Grão-Mestres Templarios
2.Robert de Craon 1136-1147
3.Everard des Barres 1147-1149
4.Bernard de Tremelay † 1149-1153
5.André de Montbard 1153-1156
6.Bertrand de Blanchefort 1156-1169
7.Philippe de Milly 1169-1171
8.Odo de St Amand 1171-1179
9.Arnold of Torroja 1181-1184
10.Gerard de Ridefort † 1185-1189
11.Robert de Sablé 1191-1193
12.Gilbert Horal 1193-1200
13.Phillipe de Plessis 1201-1208
14.Guillaume de Chartres 1209-1219
15.Pedro de Montaigu 1218-1232
16.Armand de Périgord 1232-1244
17.Richard de Bures (Contestado) 1244/5-1247
18.Guillaume de Sonnac † 1247-1250
19.Renaud de Vichiers 1250-1256
20.Thomas Bérard 1256-1273
21.Guillaume de Beaujeu† 1273-1291
22.Thibaud Gaudin 1291-1292
23.Jacques de Molay 1292-1314
O "Fim" dos templários
Acusação contra os templarios
A prisão dos Templários
Interesses que levaram a prisão dos Templarios
História dos Templarios -
Quem foi Jacques DeMolay ?
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Sois um DeMolay ?
Webmaster do Portal DeMolay-PB
Só me lembrava daquela forte dor no peito.
Como viera eu parar ali?
O ambiente era familiar. Já estivera ali, mas... quando?
Caminhava sem rumo.
Pessoas desconhecidas passavam por mim, contudo, não tinha coragem de abordá-las.
Mas... Espere, que grupo seria aquele reunido de roupa característica?
Lógico! Não estariam indo e vindo de uma festa...Não são evangélicos ou algo parecido.
É claro! São Irmãos!
Aproximei-me do grupo. Ao me verem chegar interromperam a conversa.
Discretamente executei o sinal do Grau Iniciático, obtendo resposta.
A alegria tomou conta de mim. Estava entre amigos.
Identifiquei-me. Perguntei ansioso o que estava acontecendo comigo.
Responderam-me com muito cuidado e fraternalmente. Havia desencarnado.
Fiquei assustado; e a minha família, os meus amigos, como estavam?
Estão bem, não se preocupe; no devido tempo você os verá, responderam.
Ainda assustado, indaguei do motivo de suas vestes.
Um deles me informou que estavam encaminhando a uma sala Capitular.
Sala Capitular? Templo maçônico. Vocês têm um?
Sim, claro. Por que não?
Senti-me mais à vontade, afinal fui um Mestre Conselheiro, Ilustre Comendador Cavaleiro e ainda por cima Grande Comendador Chevalier, e, com certeza receberei as honras devidas a minha posição. Pedi para acompanhá-los, no que fui atendido.
Ao fim da pequena caminhada avistei o Templo. Confesso que fiquei abismado.
Sua imponência era enorme. As colunas do pórtico... Majestosas.
Nunca vira nada igual. Imaginei como deveria ser seu interior e como me sentiria tomando parte nos trabalhos.
Caminhamos em silêncio.
Ao chegar ao salão de entrada verifiquei grupos de Irmãos conversando animadamente, porém em tom respeitoso.
O que parecia ser o líder do grupo e que me acompanhava chamou um Irmão que estava adiante:
- Irmão 2º Diácono! Acompanhai o Irmão recém-chegado e com ele aguarde.
Não entendi bem. Afinal, tendo realizado o toque dos graus capitulares e da cavalaria, e estando com as minhas comendas de PMC, PICC e PGCC, esperava, no mínimo, uma recepção mais calorosa.
Talvez estejam preparando uma surpresa à minha entrada; para um irmão com minhas credenciais não poderia se esperar nada diferente. Verifiquei que os Irmãos formavam o cortejo para entrada no Templo.
A distância, não pude ouvir o que diziam, contudo, uma luminosidade esplendorosa cercou a todos. Adentraram silenciosamente no Templo. Comigo ficou o Irmão 2º Diácono.
De tanta emoção não conseguia dizer nada. O tempo passou... Não pude medir quanto.
De repente, a porta do Templo se entreabriu o Irmão Mestre de Cerimônias, encaminhando-se a mim, comunicou que seria recebido.
Ajeitei-me, estufei o peito, verifiquei se minhas comendas não estavam desleixadas e caminhei com ele. Tremia um pouco, mas quem não o faria em tal circunstância?
Respirei fundo e adentrei ritualisticamente ao Templo.
Estranho... Esperava encontrar luxuosidade esplendorosa, muito ouro e riqueza. Verifiquei, rapidamente, no entanto, uma simplicidade muito grande.
Uma luz brilhante, vinda não sabe de onde iluminava o ambiente.
Cumprimentei o Mestre Conselheiro da reunião na forma usual. Ninguém se levantou à minha entrada. Mantinham-se calados... Respeitosos.
Não sabia o que fazer... Aguardava ordens... e elas vieram não voz firme do Mestre Conselheiro.
- [...]S.U.D ?
Reconhecendo a necessidade do exame de proeficiência em tais circunstâncias, aceitei respondê-lo. Estufei o peito, e com voz grave respondi:
- [...]F.C.N.P.D.A.L.U.V.P.E.V.
Aguardei seguro, a pergunta seguinte.
Em seu lugar o Mestre Conselheiro, dirigindo-se aos presentes, perguntou:
- Os Irmãos aqui presentes o reconhecem como DeMolay, Cavaleiro e Chevalier?
Assustei-me. O que era isso? Por que tal pergunta?
O silencio foi total.
Dirigindo-se a mim, o Mestre Conselheiro emendou:
- Meu caro Irmão visitante, os Irmãos aqui presentes não o reconhecem como DeMolay!
- Como não? Disse eu. Não vêem minha insígnia? Não verificaram através da [...] do [...] e do [...]? Ainda por cima realizei o sinal dos graus passados!
- Sim, caro Irmão - retrucou solenemente o Mestre.
- Contudo não basta ter ingressado na Ordem, ter diplomas ou insígnias para ser um DeMolay. É preciso antes de tudo, ter construído o "seu Templo" e escolhido certo ao cruzar a vida, infelizmente verificamos que tal não ocorreu com o Irmão.
- Observamos, ainda, que apesar de ter tido todas as oportunidades de estudo e de ter galgado os Graus, não absorveu seus ensinamentos.
- Sua passagem pela ponte da indecisão foi efêmera e marcada por erros.
Não pude agüentar mais. Retruquei:
- Como efêmera? Vocês que tudo sabem não observaram minhas atitudes fraternas?
Fui interrompido.
- Irmãos, vejamos então sua defesa.
Automaticamente, desenhou-se na parede algo parecido com uma tela imensa de televisão e na imagem reconheci-me junto a um grupo de Irmãos, tecendo comentários desairosos contra a administração de meu Capítulo.
Em outras imagens vi-me virando as costas para um irmão que me cumprimentava, com o qual eu não simpatizava e que eu não procurava conservar laços de fraternidade.
Era tudo verdade.
Envergonhei-me.
Tentei justificar mas não encontrava argumentos.
Lembrei-me, então, de minhas ações beneficentes. Indaguei-os sobre tal.
E mudando a imagem como se trocassem de canal, vi-me colocando a mão vazia no tronco da solidariedade. Era fato e, costumeiramente, o fazia, por achar que a contribuição não seria bem usado...
Por não ter o que argumentar, calei-me e lágrimas de remorso brotaram-me nos olhos. Iniciei a retirar-me cabisbaixo e estanquei ao ouvir a voz autoritária e ao mesmo tempo fraterna do Mestre Conselheiro que estava presidindo a reunião.
- Meu Irmão. Reconhecemos suas falhas quando no orbe Terrestre e na Ordem DeMolay, contudo, reconhecemos, também que o Irmão foi iniciado em nossos Augustos Mistérios e em nossa fraternidade que deveria moldar seu caráter...
- Prometemos em suas Iniciações protegê-lo e o faremos. O Irmão terá a oportunidade de consertar seus erros, afinal, todos nós aqui presentes já os cometemos algum dia.
- Descanse nesse plano o tempo necessário e, ao voltar à matéria para novas experiências, nós o encaminharemos novamente a Ordem DeMolay. Sua nova caminhada, com certeza, será mais promissora e útil.
Saí decepcionado, mas estranhamente aliviado. Aquelas palavras pareciam ter me tirado um grande peso.
Acordei, sobressaltado e suando muito. Meu coração disparado.
Levantei-me assustado, mas com certa alegria no peito.
Havia sonhado!
Dirigi-me ao guarda-roupa, minha indumentária ali estava. Instintivamente, retirei da camisa as minhas comendas e as guardei em uma caixa.
Ainda emocionado e com os olhos molhados de lágrimas, dirigi-me à minha mesa e com as mãos trêmulas e cheio de uma alegria juvenil, retirei da gaveta o Ritual do Grau Iniciático........
Adaptado do texto original Sois maçom?
Fonte:http://www.demolaypb.com.br/index.php?pg=trabalhos&id=42 / Irmão Fernando Capítulo Humberto Martins
terça-feira, 4 de maio de 2010
Ensaio Ritualistico
domingo, 25 de abril de 2010
Um Pouco da História das Ordens de Cavalaria -Rodrigo Fontenelle
B=As virtudes de um cavaleiro
O homem medieval estava numa constante corrida para conquistar grandes coisas. Todo jovem tinha por sonho a Ordem da Cavalaria, na qual poderia ser reconhecido mundialmente como forte e honrado. A Cavalaria era considerada a mais alta grandeza, somente os mais justos, bons, corteses e leais podiam dela participar.
O jovem medieval estava em constante movimento para frente, simplesmente queria ir, não importava para onde, o importante era ir. Contudo, nunca se colocava a caminho sem antes saber o porquê estava indo. Sempre que se colocava a caminho tinha claro o motivo de seu caminhar, sabia exatamente qual era seu ideal.
Certa vez, um cavaleiro chamado Balian de Ibelin teve de tornar 60 lutadores em cavaleiros para lutarem contra o exército de Saladino na ocasião do cerco a Jerusalém, em 1187. Só na presença de cavaleiros um exército poderia ter a honra de guerrear.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
para os que vao iniciar
A Ordem é inspirada na história de Jacques DeMolay, 23º e último Grão-Mestre da Ordem dos Templários, nascido no século XIII, morto no século XIV, perseguido pela Inquisição da Igreja Católica e executado por ordem do Rei Filipe IV de França, acusado arbitrariamente de heresia e infidelidade à Igreja e ao Rei.
Há cerca de 2 milhões de membros em todo o mundo e mais de 100 mil no Brasil. O DeMolay que completa 21 anos de idade, é denominado Sênior DeMolay e passa a acompanhar os trabalhos da Ordem através da "Associação DeMolay Alumni". No Brasil, distribuídos em mais de setecentos Capítulos, os milhares de DeMolays regulares de todos os estados da federação se reúnem freqüentemente.
No mundo, a Ordem DeMolay pode ser encontrada em: Aruba (Países Baixos), Alemanha, Austrália, Bolívia, Brasil, Canadá, Colômbia, Estados Unidos, Filipinas, Guam (Estados Unidos), Itália, Japão, México, Panamá e Paraguai.
No dia 19 de janeiro de 2010, o então presidente da República Federativa do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, através da Lei nº 12.208, insituiu o dia 18 de março como o Dia Nacional do DeMolay.
• Princípios
Os princípios da Ordem são baseados em [[virtude]]s como a [[fraternidade]] e o [[companheirismo]], incentivando cada membro a trilhar seu caminho seguindo preceitos que são considerados pela Ordem diferenciais na vida de um líder e determinantes para seu destino.
• A Ordem se baseia nas chamadas "Sete Virtudes Cardeais de um DeMolay", que são:
*Amor filial;
*Reverência pelas Coisas Sagradas;
*Cortesia;
*Companheirismo;
*Fidelidade;
*Pureza;
*Patriotismo;
Os baluartes da Ordem são a defesa das Liberdades:
*"Religiosa" representada pelo [[Livro Sagrado]].
*"Civil", representada pela [[Bandeira Nacional]].
*"Intelectual", representada pelos [[Livros Escolares]].
Assim prescreve a ética de um DeMolay:
* Um DeMolay serve a Deus;
* Um DeMolay honra todas as mulheres;
* Um DeMolay ama e honra seus pais;
* Um DeMolay é honesto;
* Um DeMolay é leal a ideais e amigos;
* Um DeMolay executa trabalhos honestos;
* Um DeMolay é cortês;
* Um DeMolay é sempre um cavalheiro;
* Um DeMolay é um patriota tanto em tempo de paz quanto em tempo de guerra;
* Um DeMolay sempre permanece inabalável a favor das escolas públicas;
* Um DeMolay é o orgulho de sua Pátria, seus pais, sua família e seus amigos;
* A palavra de um DeMolay é tão válida quanto sua confiança;
* Um DeMolay, por preceito e exemplo, deve manter os elevados níveis aos quais ele se comprometeu.
O ingresso na ordem DeMolay não garante que o jovem irá se tornar um maçom no futuro
• Grau Iniciático
Primeiro grau da Ordem DeMolay, onde os DeMolays recém iniciados ingressam quando são admitidos em um [[Capítulos (Ordem DeMolay)|Capítulo]] e refletem sobre a bonita Cerimônia de Iniciação.
O Primeiro Grau DeMolay, chamado Grau Iniciático, é baseado nas Sete Virtudes Cardeais de um DeMolay: amor filial, reverência pelas coisas sagradas, cortesia, companheirismo, fidelidade, pureza e patriotismo. O ingresso à Ordem exige do candidato ao menos um esboço dessas Sete Virtudes, sendo esse Grau, responsável por esculpi-las e valoriza-las, fazendo com que o jovem as honre e dignifique ainda mais em sua vida diária. É ainda nesse Grau que o jovem possui o primeiro contato com o esoterismo oferecido pela Ordem, através de toda a simbologia embutida na disposição dos objetos dentro da Sala Capitular, nos Oficiais das sessões e em seus paramentos, e principalmente na ritualística que rege as sessões. É durante esse Grau que ocorre o contato de maior valor com a Ordem, pois se define a qualidade que terá o jovem como DeMolay ativo. Portanto, despertar o interesse sobre a Ordem da forma correta é um trabalho delicado e muito importante, para que se tenha resultados dos ensinamentos oferecidos por ela no dia a dia de seus membros, tornando o mundo melhor a sua volta.
• Grau DeMolay
Segundo grau da Ordem, alcançado pelos DeMolays esforçados, que após demonstrarem merecimento e conhecimentos adquiridos na convivência capitular e estudos pertinentes a grau iniciático. A aquisição dos graus varia de acordo com requisitos pré-estabelecidos, tais como idade mínima, tempo decorrido após a iniciação e mérito no cumprimento das tarefas oferecidas pelo grau em que se encontra, antes de receber o grau DeMolay deve-se fazer de cor um exame de proficiência.
• Sete Virtudes Cardeais de um DeMolay
A Ordem DeMolay invoca sete luzes, simbolizando as sete virtudes cardeais de um DeMolay, que iluminam seus caminhos conforme passam pela estrada da vida, simbolizando tudo que é bom e correto, a base de suas vidas.
Amor Filial: é o amor e carinho que devemos ter por nossos pais, que nos semearam, geraram, nos ensinaram as primeiras lições de nossas vidas e se sacrificaram por nós. Através deles nos tivemos as primeiras lições de educação, respeito e na crença em Deus.
Reverência pelas Coisas Sagradas: significa a crença em Deus, não importando a sua religião. Para ser um DeMolay o jovem tem que ter fé Nele e provar o quanto ama e deseja servir a Deus.
Cortesia: cortesia, educação e solidariedade são princípios que um DeMolay procura por em prática usando a filantropia, mas somente válida quando é feita com sentimento, colocando o coração naquilo que faz. Os DeMolays têm uma regra que diz:
"Para ser útil à sociedade não é necessário ser um DeMolay, mas para ser um DeMolay é necessário ser útil à sociedade".
Companheirismo: é ser um amigo leal, tanto nas horas boas quanto nas ruins. O verdadeiro companheiro e amigo é aquele que estende a mão para um Irmão, que está despencando de um abismo, segurá-la. Companheirismo é levar uma chama de amizade no coração, para que, quando um amigo estiver no meio do túnel, ela possa iluminar e mostrar onde está a saída.
Fidelidade: é sempre acreditar em seus ideais e virtudes, mantendo em segredo tudo aquilo que lhe for ensinado. É ser fiel a Deus, à sua Pátria e a seus amigos, seguindo o exemplo de fidelidade de Jacques DeMolay, que preferiu morrer a trair seus Irmãos.
Pureza: é ser um cidadão idôneo, puro de alma e de coração; é sempre estar de bem com a própria consciência. É manter a mente longe de tudo que vá contra os princípios de um bom cidadão.
Patriotismo: é respeitar e defender a nossa Pátria, nosso Estado e nossa Cidade e, além disso, conservar tudo que diz respeito ao patrimônio público, como escolas, asilos, orfanatos e hospitais, que prestam ajuda às pessoas mais carentes de nossa sociedade.
• Ordem da Cavalaria
Brasão da Ordem da Cavalaria
A Ordem DeMolay possui como um de seus inúmeros objetivos a formação dos líderes do amanhã. Para tanto, a lapidação do cárater e o conhecimento se tornam indispensáveis. Resgatando lições antigas, utilizando conhecimentos adquiridos e incentivando a busca de maior saber, a Ordem DeMolay oferece condições para que o jovem possa facilmente liderar qualquer tipo de empreendimento e desempenhar todas as funções exigidas a ele em qualquer campo e nível social.
O Priorado (ou Convento) da Ordem da Cavalaria aparece como uma etapa complementar na Ordem DeMolay e é de grande nobreza para os Cavaleiros Investidos.
A "Ordem dos Nobres Cavaleiros da Ordem Sagrada dos Soldados Companheiros de Jacques DeMolay", mais conhecida como "Ordem da Cavalaria", é composta por DeMolays mais velhos, que atuam em todos os campo de atividades - em posições de liderança na Ordem DeMolay.
Os DeMolays mais velhos possuem muitos interesses que são diferentes dos interesses dos mais jovens. Qualquer coisa que os DeMolays mais velhos gostem de fazer, os Nobres Cavaleiros são capazes de fornecer, como diversão, festas, jantares e outras atividades em grupo. Tio Land disse, "Os Nobres Cavaleiros não são um grau honorário ou prêmio. Novas fronteiras devem ser desbravadas - quem irá?"
Assim como a Maçonaria possui o Corpo de Lojas de Perfeição após as Lojas Simbólicas, a Ordem DeMolay possui um segundo corpo de jovens denominado Nobres Cavaleiros da Ordem Sagrada dos Soldados Companheiros de Jacques DeMolay.
No SCODB é usado o IRCB(Ilustre Rito da Cavalaria Brasileira) que são oito Graus: Grau Cavaleiro , Cavaleiro da Capela , Cavaleiro da Cruz De Salém, Ex-Templário, Tríade, Ébano, Anôn e Cavaleiro da Cadência. Já no SCODRFB, são praticados apenas o Grau de Cavaleiro e o Grau do Ébano. O Grau de Cavaleiro e do Ébano são exatamente a mesma coisa em ambos os Supremos.
Estes graus possuem seus próprios Segredos e os Cavaleiros (chamados de Sir) se reúnem em Priorados (ou Conventos).
Para ser admitido no Priorado, o jovem DeMolay precisa ter entre 17 e 21 anos.
Os propósitos do Priorado são:
· Estender e servir à Ordem DeMolay e seus Capítulos;
· Manter o interesse ativo dos DeMolays mais velhos;
· Prover um programa para os membros do Priorado;
· Acima de tudo, dar o exemplo para todos os DeMolays.
· Ser bom e gentil e puro com os membros da ordem
As atividades do Priorado se baseiam em três pilares: Serviço Social, Serviço Maçônico e Serviço DeMolay
• Como participar da Ordem DeMolay
Para que um jovem participe da Ordem DeMolay, é preciso que o mesmo seja indicado por dois membros ativos da Ordem ou um Sênior DeMolay ou um Mestre Maçom, todos devidamente regulares em suas potências. O jovem escolhido deve ser destaque no meio onde vive e preencher as seguintes características necessárias:
· Ter entre 12 anos completos e 21 incompletos;
· Possuir, ao menos, grande maioria das virtudes defendidas pela Ordem;
· Sendo indispensável que creia em um ser superior (independente de religião);
· Ser indicado por um membro ativo do Capítulo (Unidade administrativa da Ordem);
· Ser uma pessoa de caráter e ética;
· A maioria dos DeMolays aceite a sua entrada;
Os candidatos ao ingresso na Ordem DeMolay não são escolhidos aleatoriamente. Passam por um rigoroso processo de seleção, e serão informados de sua indicação apenas após serem aprovados.Depois de ser aprovado, dois DeMolays vão na casa do indicado e lhe fazem perguntas constantes de um questionário. Se as respostas deste questionário forem satisfatórias é marcada uma reunião com os pais do indicado e o próprio.
• Simbologia:
1 - As capas - As capas são paramentos de uso exclusivo dos 23 oficiais de um capítulo. Nenhum DeMolay que não ocupe cargo, deverá usá-las, a não ser de casos de substituição de algum oficial faltoso. A capa possui o mesmo símbolo do manto, indicando assim a realeza e a nobreza.
2 - Significado das cores da capa - O interior da capa, a cor vermelha, representa o sacrifício do nosso eu, para o nosso aprimoramento e evolução. Já a cor branca representa a união de todas as cores ou a luz em sua plenitude. A cor preta representa o mistério, simboliza a morte na qual as forças da vida são transformadas do ponto de vista humano.
3 - A vestimenta Alvi-negra - A vestimenta alvi-negra (camisa branca social, calças, meias e sapatos pretos) simboliza a dualidade entre os opostos, assim como a luz é oposta à sombra. Outro fato importante, é que a vestimenta alvi-negra não é usada com freqüência nos outros países, sendo introduzida no Brasil pelo grupo de maçons que instalaram a ordem em nosso país.
4 - As jóias dos oficiais - Em muitas tradições as jóias representam as verdades espirituais. Devemos analisar algumas características comuns nas jóias antes das particulares :
4.1 - Fita vermelha - Todas as jóias dos oficiais possuem uma fita vermelha formando um cordão simbolizando um círculo. No cordão temos simbolizando e representando o círculo ou a roda: símbolo universal, complexo, e de origem tão antiga quanto o homem.
4.2 - Ramos loiros - Todas as insígnias dos oficiais possuem dois ramos loiros, um de cada lado representando a glória e o triunfo.
5 - Mestre Conselheiro - Possui como insígnia dois malhetes cruzados simbolizando o poder e autoridade. O segundo malhete representa a união da Maçonaria com a Ordem DeMolay para o preparo das novas gerações.
6 - 1º e 2º Conselheiros - Possuem como insígnia dois mini-malhetes representando a liderança.
7 - Escrivão ou Secretário - possuem como insígnia a pena ou caneta.
8 - Tesoureiro - possui como insígnia a chave, que é o símbolo de iniciação e do saber.
9 - Hospitaleiro - possui como insígnia a sacola.
10 - 1º e 2º Diáconos - possuem como insígnia a ave simbolizando os Estados superiores do ser humano.
11 - Capelão - possui como insígnia o livro sagrado.
12 - Mestre de Cerimônias - possui como insígnia dois bastões cruzados. O bastão é um atributo de poder semelhante ao malhete.
13 - Porta Bandeira - possui como insígnia a bandeira ou o estandarte, representando assim o nosso amor ativo na pátria e na causa DeMolay.
14 - Preceptores - em número de 7, cada preceptor possui como insígnia a coroa da juventude.
15 - Organista ou Mestre de Harmonia - possui como insígnia a harpa.
16 - Sentinela - possui como insígnia duas espadas cruzadas. O simbolismo da espada está ligado à idéia de ação e justiça.
17 - Orador - possui como insígnia o papiro (erva cuja as folhas faziam o material que os sacerdotes egípcios escreviam).
18 - 1º e 2º Mordomos - possui como insígnia a comum cópia (de acordo com os antigos, era aonde levava os alimentaos
A Coroa: Simboliza a Coroa da Juventude, que nos lembra as sete Virtudes Cardeais de um DeMolay. É um símbolo de Realeza e Poder, que deve ser a mesma pertinente ao caráter de todo o jovem que souber compreender e trazer consigo o exemplo das virtudes enunciadas pela Ordem como cardeais, que só serão obtidas com o tempo e com experiências da vida.
Os Rubis: São dez no total, simbólicas do Fundador Frank S. Land, e dos nove DeMolays originais - Louis G. Lower, o primeiro DeMolay; Ivan M. Bentley; Edmund Marshall; Gorman A. McBride; Jerome Jacobson; William W. Steinhilber; Elmer Dorsey; Clyde C. Stream e Dalph Sewell.
O Elmo: É emblemático da nobreza, e sem a qual não haveria o caráter.
A Lua Crescente: É um sinal de segredo e serve para relembrar os DeMolays do seu dever de jamais revelar os segredos da Ordem ou trair a confiança de um amigo.
A Cruz Branca de Cinco Braços: Simboliza a pureza de intenções e o lema da Ordem: "Nenhum DeMolay fracassa como cidadão, como um líder ou como um homem".
As Espadas Cruzadas: Denotam Justiça, Força e Cortesia. Elas simbolizam a incessante guerra do DeMolay contra a arrogância, despotismo e intolerância.
As Estrelas: Situam-se em torno da lua crescente, são simbólicas da esperança e sempre nos relembra das obrigações que um Irmão da Ordem tem para com o outro.