quarta-feira, 26 de maio de 2010

Simbologia na Ordem DeMolay

A COROA simboliza a Coroa da Juventude, que nos lembra as sete Virtudes Cardeais de um DeMolay. É um símbolo de Realeza e Poder, que deve ser a mesma pertinente ao caráter de todo o jovem que souber compreender e trazer consigo o exemplo das virtudes enunciadas pela Ordem como cardeais, que só serão obtidas com o tempo e com experiências da vida.É necessário ressaltar que "a Coroa é um símbolo de Realeza e Poder, que deve ser a mesma pertinente ao caráter de todo o jovem que souber compreender e trazer consigo o exemplo das virtudes enunciadas pela Ordem como cardeais, que só serão obtidas com o tempo e com experiências da vida".
OS RUBIS, dez no total são simbólicas do Fundador Frank S. Land, e dos nove DeMolays originais - Louis G. Lower, o primeiro DeMolay; Ivan M. Bentley; Edmund Marshall; Gorman A. McBride; Jerome Jacobson; William W. Steinhilber; Elmer Dorsey; Clyde C. Stream e Dalph Sewell.
O ELMO é emblemático da nobreza, sem a qual não haveria o caráter.
A LUA CRESCENTE é um sinal de segredo e serve para relembrar os DeMolays do seu dever de jamais revelar os segredos da Ordem ou trair a confiança de um amigo.
A CRUZ BRANCA DE CINCO BRAÇOS simboliza a pureza de intenções e o lema da Ordem: "Nenhum DeMolay fracassa como cidadão, como um líder ou como um homem".
AS ESPADAS CRUZADAS denotam Justiça, Força e Cortesia. Elas simbolizam a incessante guerra do DeMolay contra a arrogância, despotismo e intolerância.
AS ESTRELAS em torno do crescente são simbólicas da esperança e sempre nos relembra das obrigações que um Irmão da Ordem tem para com o outro.
A COR AMARELA predominante, significa a luz.
A COR VERMELHA - significa força, energia e coragem.
A COR AZUL - está para equilibrar o vermelho, formando o homem perfeito.

domingo, 23 de maio de 2010

Agradecimentos

O pessoal que elevou dia 22 ai pode confirmar ..
foi uma das cerimonias mais bonitas que já participamos ..
Por isso, agradecemos ao capitulo Humberto Martins ..
valeu mesmo galera , precisando de qualquer coisa tamo aqui , beleza ?

Abraços .

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Grão-Mestres Templarios

1.Hugo de Payens 1118-1136
2.Robert de Craon 1136-1147
3.Everard des Barres 1147-1149
4.Bernard de Tremelay † 1149-1153
5.André de Montbard 1153-1156
6.Bertrand de Blanchefort 1156-1169
7.Philippe de Milly 1169-1171
8.Odo de St Amand 1171-1179
9.Arnold of Torroja 1181-1184
10.Gerard de Ridefort † 1185-1189
11.Robert de Sablé 1191-1193
12.Gilbert Horal 1193-1200
13.Phillipe de Plessis 1201-1208
14.Guillaume de Chartres 1209-1219
15.Pedro de Montaigu 1218-1232
16.Armand de Périgord 1232-1244
17.Richard de Bures (Contestado) 1244/5-1247
18.Guillaume de Sonnac † 1247-1250
19.Renaud de Vichiers 1250-1256
20.Thomas Bérard 1256-1273
21.Guillaume de Beaujeu† 1273-1291
22.Thibaud Gaudin 1291-1292
23.Jacques de Molay 1292-1314

O "Fim" dos templários

No dia 18 de março de 1314 Jacques DeMolay foi queimado numa fogueira aos olhos de várias pessoas que assistiram sua trágica derrota, declarando, com a morte do seu Grão-Mestre, o suposto fim da Ordem dos Templários. Mas, segundo alguns autores, os Templários, que escaparam da fúria do Rei, fugiram para a Escócia e entre os anos 1376 e 1396, trabalhando como pedreiros na construção de grandes catedrais, deram início a "Freemasonry" ou "Franco-Maçonaria" e originando o Rito Escocês.

Acusação contra os templarios

* Negação e ultrajes à cruz - os Templários foram acusados de heresia; de negarem a existência de Deus e de Jesus Cristo, não sendo portanto Cristãos; de cuspirem na cruz e de a colocarem de ponta-cabeça.* Não consagração da hóstia - foram acusados de não acreditarem na ressurreição de Cristo e não considerarem a hóstia como o corpo de Cristo.* Poder de remissão do Grande Mestre - diziam que o Grão-Mestre absolvia seus cavaleiros dos pecados, colocando-se acima de Deus e da Igreja (a qual era incumbida de aplicar a penitência e a absolvição dos pecados, dizendo-se a única Ordem com permissão divina).* Sodomia e beijos obscenos - acusados de manterem relações homossexuais entre os Templários e de beijarem-se na boca, principalmente na recepção do neófito.* Imposição do segredo - a Igreja e o Rei alegavam que para haver segredo, havia algo maligno em suas reuniões. Diziam ainda, que esses segredos tratavam-se de planos contra a Igreja e o Reinado de Filipe, o Belo.* Existência de uma regra secreta - tal regra seria a "Ordem Negra", o ensinamento oculto, uma regra que pregava os deveres dos seguidores de Baphomet.* Idolatria à Baphomet - acusados de cultuarem a figura de Baphomet, um ser com cabeça de bode e que representa o demônio; o diabo; satanás.

A prisão dos Templários

No dia 12 de outubro de 1307, o 22º Grão-Mestre dos Templários, Jacques DeMolay, acompanhado de seus cavaleiros, estavam em Paris para a Cerimônia de Funeral de uma Princesa da Casa Real da França. Logo após o funeral, DeMolay foi para a sede européia da Ordem chamada "Vila Neuve du Temple", e após um jantar com seus cavaleiros e escudeiros recolheu-se para seus aposentos para descansar. No mesmo instante, oficiais espalhados por todo reino francês e representantes do poder do Rei, abriam as cartas contendo o Selo Real, as quais traziam o decreto de prisão de Jacques DeMolay e dos Templários, hóspedes de honra do Rei da França.Durante a madrugada da sexta-feira 13 de outubro de 1307, enquanto os sinos tocavam três badaladas, oficiais invadiam as casa dos Templários na França inteira. No castelo onde estava Jacques DeMolay, o próprio guardião do Selo Real, Guillaume de Nogaret liderou a invasão e declarou DeMolay e todos os Templários ali presentes prisioneiros sob a ordem do Rei Filipe, o Belo.Os Templários de todos os Conventos e Comendadorias foram postos nas prisões do Estado, onde cumpririam ordens pessoais do Rei: serem submetidos ao tormento e interrogados pela Câmara Inquisidora para confessarem sua culpa.

Interesses que levaram a prisão dos Templarios

* Após várias guerras, a França foi perdendo suas riquezas; havia apenas uma realidade: o soberano era pobre e a Ordem rica. O Rei então, abatendo a Ordem dos Templários, apoderar-se-ia de seu ouro, esvaziando seus cofres para encher os do Estado.* O Papa Clemente V queria a fusão da Ordem dos Templários com a Ordem dos Hospitalários, isso faria com que a liderança dos grupos passasse para as mãos do Papa. Sendo assim Jacques DeMolay negou a proposta de união, aumentando a ira do Papa Clemente V e do Rei Filipe, o Belo.* Rei Filipe IV, o Belo, pediu admissão na Ordem dos Templários, mas por trás disso havia o desejo de Filipe ser o Grão-Mestre e pegar toda riqueza da Ordem para si. Sendo assim Jacques DeMolay e os demais Templários negaram a entrada do Rei na Ordem.* Um dos Cavaleiros Templários, chamado Squin de Florian, insatisfeito por Jacques DeMolay ser o Grão-Mestre, prepara falsas provas para serem entregues ao Rei Filipe e trai DeMolay, aliando-se com Filipe e dando informações dos locais em que o Grão-Mestre estaria para que pudesse ser preso e de onde encontrava-se as riquezas da Ordem do Templo

História dos Templarios -

A Ordem dos Templários foi fundada em 1118, por Hugues de Payens e Geoffroy de Saint-Omer como uma ordem militar e religiosa, com o nome de "Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão". A Ordem foi criada em Jerusalém, onde receberam do Rei Balduíno II um templo no Monte Moriah para que pudessem se reunir, monte no qual o Rei Salomão edificara seu Templo. A eles se juntaram mais seis cavaleiros: Andre de Montbard, Nivar de Montdidier, Archambaud de Saint-Aignan, Geoffroy Bisol, Rossal e Gondemar (cavaleiros espanhóis). Graças ao apoio de Balduíno II os Templários acumularam vitórias sobre os sarracenos (povo muçulmano que não acreditava em Cristo, hereges). Em 1128 já sua fama percorria todo o Oriente Médio e Hugues de Payens apresenta-se ao Concílio de Troyes pedindo a confirmação da Ordem, o que lhe foi concedido pela Santa Sé. São Bernardo (nome o qual era conhecido Bernardo de Clairvaux), alma deste Concílio, redigiria na mesma época uma regra severa e disciplinada para eles, composta de 72 artigos. Sua regra usa fundamentalmente os princípios da Constituição de Santo Agostinho e os Templários são obrigados a três votos: Castidade, Pobreza e Obediência. Além disso só podiam comer carne 3 vezes por semana e praticavam rigorosamente a disciplina do silêncio; suas vestes deviam ser de lã, pele de cordeiro ou de carneiro e não era permitido o uso de peles preciosas como de alguns outros animais; usavam barba e bigode, mas deveriam ter os cabelos cortados igualmente na parte da frente. Se algum cavaleiro morresse os demais deveriam rezar 100 pai-nossos por dia até o sétimo dia após a morte, entre outros deveres que os Templários seguiam. Seus membros se dividem em Cavaleiros, Pajens (Capelães), Escudeiros, Serventes ou Servidores. Acima de todos estava o Grão-Mestre, que com o consentimento do Convento nomeava os Comendadores Provinciais. Os Templários usavam uma túnica inteiriça, metade branca e metade negra, adornada com a cruz vermelha. Esta túnica significava "bons para os amigos de Cristo e terríveis para seus inimigos". A recepção dos neófitos fazia-se à noite, conforme mistérios iniciáticos antigos, entre os escudeiros e com uma tocha na mão, após pedir três vezes para entrar o neófito era recebido no Convento por 12 membros, os quais lhe faziam numerosas perguntas e lhe explicavam todos os sacrifícios do novo cargo. Na guerra, os Templários ajudaram muito as Cruzadas, sendo os maiores guerreiros nas lutas da Terra Santa; simultaneamente também se colocaram a serviço de todas as nações cristãs, acumulando incríveis riquezas entre objetos apreendidos em guerras e donativos em ouro, castelos e regiões inteiras em diversos países da Europa, em reconhecimento pelos serviços prestados a vários monarcas.

Quem foi Jacques DeMolay ?

Jacques DeMolay nasceu em Vitrey, distrito de Haute Saone, na França, no ano de 1244. Não tem-se informações de sua família nem de sua infância. Com 21 anos de idade passou a fazer parte da Ordem dos Cavaleiros Templários. Em 1298 foi nomeado Grão-Mestre dos Templários, cargo de muita importância que o colocava acima de Lordes e Duques, e era responsável por comandar mais de 15 mil cavaleiros por toda a França. Sua relação com o Rei Filipe IV, o Belo, era de amizade e respeito; em momento algum Jacques DeMolay quis passar por cima da autoridade do Rei, sendo, inclusive, padrinho de Isabel, filha de Filipe. Mas, DeMolay não se deixou influenciar por esses fatos, e negou as propostas de união entre a Ordem dos Templários e a Ordem dos Hospitalários, e a filiação do Rei Filipe à Ordem dos Templários, pois desconfiava de seus interesses. Foi então que Filipe, o Belo, junto com um "falso" Templário chamado Squin de Florian, começaram a arquitetar um plano para destruir os Templários. Discretamente, Filipe colocou seus aliados contra os Templários e aprisionou o Tesouro Real do Templo. Em 13 de outubro de 1307, sexta-feira, Guillaume de Nogaret, cumprindo ordens do Rei Filipe, o Belo, prendeu Jacques DeMolay e 140 cavaleiros. DeMolay foi encarcerado na torre do Palácio do Templo e foi submetido à torturas. Durante o período que Jacques DeMolay ficou preso, foi amarrado num dos seus pés, um peso de 61 kg; tinha direito à uma indenização de 21 deniers por dia a qual serviria para pagar os gastos com a sua alimentação e para pagar a palha na qual passaria a dormir; mas a comida custava 40 deniers, portanto DeMolay alimentava-se somente de dois em dois dias, e não tendo dinheiro para pagar a sua palha dormia no chão puro sobre as suas próprias imundícies, sem qualquer pedaço de pano para se cobrir. Quando saía de sua cela para ser interrogado tinha que pagar para o guarda soltá-lo de suas correntes. Após sete anos de muito sofrimento, DeMolay já velho, enfraquecido e bastante magro, pede para ser ouvido pelo Rei, mas não fala para Filipe, o Belo, os segredos da Ordem. Filipe, enfurecido, manda DeMolay para Inquisição dizendo que ele declarara como verdadeiras as acusações feitas contra a Ordem. Jacques DeMolay foi levado até a Santa Inquisição junto com três dignitários da Ordem, e após cada acusação feita pelos Inquisidores, DeMolay repetia: "mentira..." . Sendo assim Jacques DeMolay e Geoffroy de Charnay foram condenados a morrerem na fogueira diante do povo da França. No dia 18 de março de 1314, DeMolay e Charnay foram levados para a "Ilha dos Judeus" à beira do Rio Sena (hoje chamada de "Vert Galant") onde foi amarrado num pelourinho e lançado as chamas.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Sois um DeMolay ?

Sois um DeMolay???

Webmaster do Portal DeMolay-PB
Só me lembrava daquela forte dor no peito.
Como viera eu parar ali?
O ambiente era familiar. Já estivera ali, mas... quando?
Caminhava sem rumo.
Pessoas desconhecidas passavam por mim, contudo, não tinha coragem de abordá-las.
Mas... Espere, que grupo seria aquele reunido de roupa característica?
Lógico! Não estariam indo e vindo de uma festa...Não são evangélicos ou algo parecido.
É claro! São Irmãos!
Aproximei-me do grupo. Ao me verem chegar interromperam a conversa.
Discretamente executei o sinal do Grau Iniciático, obtendo resposta.
A alegria tomou conta de mim. Estava entre amigos.
Identifiquei-me. Perguntei ansioso o que estava acontecendo comigo.
Responderam-me com muito cuidado e fraternalmente. Havia desencarnado.
Fiquei assustado; e a minha família, os meus amigos, como estavam?
Estão bem, não se preocupe; no devido tempo você os verá, responderam.
Ainda assustado, indaguei do motivo de suas vestes.
Um deles me informou que estavam encaminhando a uma sala Capitular.
Sala Capitular? Templo maçônico. Vocês têm um?
Sim, claro. Por que não?
Senti-me mais à vontade, afinal fui um Mestre Conselheiro, Ilustre Comendador Cavaleiro e ainda por cima Grande Comendador Chevalier, e, com certeza receberei as honras devidas a minha posição. Pedi para acompanhá-los, no que fui atendido.
Ao fim da pequena caminhada avistei o Templo. Confesso que fiquei abismado.
Sua imponência era enorme. As colunas do pórtico... Majestosas.
Nunca vira nada igual. Imaginei como deveria ser seu interior e como me sentiria tomando parte nos trabalhos.
Caminhamos em silêncio.
Ao chegar ao salão de entrada verifiquei grupos de Irmãos conversando animadamente, porém em tom respeitoso.
O que parecia ser o líder do grupo e que me acompanhava chamou um Irmão que estava adiante:
- Irmão 2º Diácono! Acompanhai o Irmão recém-chegado e com ele aguarde.
Não entendi bem. Afinal, tendo realizado o toque dos graus capitulares e da cavalaria, e estando com as minhas comendas de PMC, PICC e PGCC, esperava, no mínimo, uma recepção mais calorosa.
Talvez estejam preparando uma surpresa à minha entrada; para um irmão com minhas credenciais não poderia se esperar nada diferente. Verifiquei que os Irmãos formavam o cortejo para entrada no Templo.
A distância, não pude ouvir o que diziam, contudo, uma luminosidade esplendorosa cercou a todos. Adentraram silenciosamente no Templo. Comigo ficou o Irmão 2º Diácono.
De tanta emoção não conseguia dizer nada. O tempo passou... Não pude medir quanto.
De repente, a porta do Templo se entreabriu o Irmão Mestre de Cerimônias, encaminhando-se a mim, comunicou que seria recebido.
Ajeitei-me, estufei o peito, verifiquei se minhas comendas não estavam desleixadas e caminhei com ele. Tremia um pouco, mas quem não o faria em tal circunstância?
Respirei fundo e adentrei ritualisticamente ao Templo.
Estranho... Esperava encontrar luxuosidade esplendorosa, muito ouro e riqueza. Verifiquei, rapidamente, no entanto, uma simplicidade muito grande.
Uma luz brilhante, vinda não sabe de onde iluminava o ambiente.
Cumprimentei o Mestre Conselheiro da reunião na forma usual. Ninguém se levantou à minha entrada. Mantinham-se calados... Respeitosos.
Não sabia o que fazer... Aguardava ordens... e elas vieram não voz firme do Mestre Conselheiro.
- [...]S.U.D ?
Reconhecendo a necessidade do exame de proeficiência em tais circunstâncias, aceitei respondê-lo. Estufei o peito, e com voz grave respondi:
- [...]F.C.N.P.D.A.L.U.V.P.E.V.
Aguardei seguro, a pergunta seguinte.
Em seu lugar o Mestre Conselheiro, dirigindo-se aos presentes, perguntou:
- Os Irmãos aqui presentes o reconhecem como DeMolay, Cavaleiro e Chevalier?
Assustei-me. O que era isso? Por que tal pergunta?
O silencio foi total.
Dirigindo-se a mim, o Mestre Conselheiro emendou:
- Meu caro Irmão visitante, os Irmãos aqui presentes não o reconhecem como DeMolay!
- Como não? Disse eu. Não vêem minha insígnia? Não verificaram através da [...] do [...] e do [...]? Ainda por cima realizei o sinal dos graus passados!
- Sim, caro Irmão - retrucou solenemente o Mestre.
- Contudo não basta ter ingressado na Ordem, ter diplomas ou insígnias para ser um DeMolay. É preciso antes de tudo, ter construído o "seu Templo" e escolhido certo ao cruzar a vida, infelizmente verificamos que tal não ocorreu com o Irmão.
- Observamos, ainda, que apesar de ter tido todas as oportunidades de estudo e de ter galgado os Graus, não absorveu seus ensinamentos.
- Sua passagem pela ponte da indecisão foi efêmera e marcada por erros.
Não pude agüentar mais. Retruquei:
- Como efêmera? Vocês que tudo sabem não observaram minhas atitudes fraternas?
Fui interrompido.
- Irmãos, vejamos então sua defesa.
Automaticamente, desenhou-se na parede algo parecido com uma tela imensa de televisão e na imagem reconheci-me junto a um grupo de Irmãos, tecendo comentários desairosos contra a administração de meu Capítulo.
Em outras imagens vi-me virando as costas para um irmão que me cumprimentava, com o qual eu não simpatizava e que eu não procurava conservar laços de fraternidade.
Era tudo verdade.
Envergonhei-me.
Tentei justificar mas não encontrava argumentos.
Lembrei-me, então, de minhas ações beneficentes. Indaguei-os sobre tal.
E mudando a imagem como se trocassem de canal, vi-me colocando a mão vazia no tronco da solidariedade. Era fato e, costumeiramente, o fazia, por achar que a contribuição não seria bem usado...
Por não ter o que argumentar, calei-me e lágrimas de remorso brotaram-me nos olhos. Iniciei a retirar-me cabisbaixo e estanquei ao ouvir a voz autoritária e ao mesmo tempo fraterna do Mestre Conselheiro que estava presidindo a reunião.
- Meu Irmão. Reconhecemos suas falhas quando no orbe Terrestre e na Ordem DeMolay, contudo, reconhecemos, também que o Irmão foi iniciado em nossos Augustos Mistérios e em nossa fraternidade que deveria moldar seu caráter...
- Prometemos em suas Iniciações protegê-lo e o faremos. O Irmão terá a oportunidade de consertar seus erros, afinal, todos nós aqui presentes já os cometemos algum dia.
- Descanse nesse plano o tempo necessário e, ao voltar à matéria para novas experiências, nós o encaminharemos novamente a Ordem DeMolay. Sua nova caminhada, com certeza, será mais promissora e útil.
Saí decepcionado, mas estranhamente aliviado. Aquelas palavras pareciam ter me tirado um grande peso.
Acordei, sobressaltado e suando muito. Meu coração disparado.
Levantei-me assustado, mas com certa alegria no peito.
Havia sonhado!
Dirigi-me ao guarda-roupa, minha indumentária ali estava. Instintivamente, retirei da camisa as minhas comendas e as guardei em uma caixa.
Ainda emocionado e com os olhos molhados de lágrimas, dirigi-me à minha mesa e com as mãos trêmulas e cheio de uma alegria juvenil, retirei da gaveta o Ritual do Grau Iniciático........

Adaptado do texto original Sois maçom?


Fonte:http://www.demolaypb.com.br/index.php?pg=trabalhos&id=42 / Irmão Fernando Capítulo Humberto Martins
        

terça-feira, 4 de maio de 2010

Ensaio Ritualistico

Ó galera, queria fala que o pessoal tá começando a interessar agora pela ritualistica, isso é bom? Sim é, mas ainda precisamos melhorar. Por isso cheguem sempre um pouco mais cedo para que todos ajudem a arrumar a sala capitular e a ensaiar mais algumas coisas. Essa semana agora tem uma cerimonia publica, por isso acho interessante cada um saber fazer seu cargo ou se não vai voar malhete no meio da cerimonia. SHAUSHAU , brincadeira. Mas agora sério, cheguem mais cedo que precisamos colocar umas coisas no lugar, beleza? Valeu irmãos! ;s'