sexta-feira, 25 de junho de 2010

Site Capítulo

Irmãos, site do capítulo já está no ar.
Acessem http://www.capitulosantograaltc.xpg.com.br/index.html
Em breve, quando todos tiverem sabendo da existência do SITE, postarei tudo lá.


Dúvidas, sugestões, frases para serem colocadas no mural do site, entre contato comigo através do EMAIL: lucasporto1992@gmail.com


ABraços Fraternais !

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Atenção

Atenção !!!

Não haverá reunião neste sábado dia 26/06 para os graus iniciáticos. Para os graus 2, reunião no Capítulo Humberto Martins, chegando lá no máximo 14:00 horas.

Para os iniciáticos, estou com um questionário em mãos para os que interessarem a realizar o estudo ritualístico sábado. Os que interessarem, me procurem !!!

Abraços Fraternais !

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Já tem horário marcado pra reunião de Sabado ?

segunda-feira, 14 de junho de 2010






A criação do Capítulo da Ordem DeMolay em Três Corações, como funcionamento em nossa Loja Maçônica, se deu através de 2 jovens DeMolay’s estudantes de Odontologia em nossa cidade, que vieram à nossa Loja explanar o que era DeMolay, e sugerir que fosse criado um Capítulo em Três Corações.

O Ven:. M:. Gilberto Cirilo de Miranda na época, incumbiu o irmão José Grácio Gomes Soares a pesquisar sobre o assunto, e dar um retorno com o devido parecer. Isso acontecendo, o Ven:. M:. verificou com os IIr:. da possibilidade da criação desse Capítulo, mas em princípio, a Loja Maçônica Fraternidade Rioverdense não se responsabilizaria por qualquer coisa. Diante disso, o irmão Paulo Roberto Pereira Callegari, juntamente com dois irmãos do quadro; José Grácio Gomes Soares e Tadeu Lemos Ribeiro, criaram um Triângulo Maçônico, com o nome“Triangulo Esquadro e Compasso – Arlindo dos Santos”, formalizando oficialmente uma entidade que daria o suporte, para a criação do Capítulo da Ordem DeMolay em Três Corações.

Tendo o apoio desses dois irmãos, Paulo Roberto Pereira Callegari, destinou a sua residência como sede desse Triângulo, e inclusive sugerindo o nome do Capítulo, como:“Santo Graal”, dando o nome definitivo desse como: Capítulo Santo Graal da Ordem DeMolay. Dado como Fundado em 14 de junho de 1995 e Instalado em 17 de setembro de 1995.

Assim, esse grupo de jovens foi tomando corpo, e logo, a Loja Maçônica Fraternidade Rioverdense viu-se na condição de apoiar incondicionalmente. Além disso, muitos desses jovens já vinham da Loja de Adoção de Lowtons da Fraternidade Rioverdense, que somado com outros de nossa sociedade (filhos ou não de Maçons), fortalecia ainda mais a idéia e o propósito. Diante disso, muitos irmãos ajudaram e colaboraram com suas presenças, trabalhos e direção desse Capítulo. Como presidentes dos Conselhos Consultivos da Ordem DeMolay do Capitulo Santa Graal, estiveram à frente os seguintes irmãos:

  • Ir:. Paulo Roberto P. Callegari
  • Ir:. Pedro José Chediak Filho
  • Ir:. Tadeu Lemos Ribeiro
  • Ir:. Pedro de Jesus J. Balazote
  • Ir:. Paulo Roberto de Mesquita
  • Ir:. Paulo Eustáquio Habel
  • Ir:. Hugo Couto

sábado, 5 de junho de 2010

Filantropia

Irmãos, gostaria de lembrar, encaricidamente que levem para a proxima reunião um pacote de qualquer alimento não perecível... Meu pai ira realizar a doação da cesta-básica na próxima Segunda, dia 14/06.

Agradeço desde já!

Sois um DeMolay?

Só me lembrava daquela forte dor no peito.
Como viera eu parar ali?
O ambiente era familiar. Já estivera ali, mas... quando?
Caminhava sem rumo.
Pessoas desconhecidas passavam por mim, contudo, não tinha coragem de abordá-las.
Mas..Espere, que grupo seria aquele reunido de roupa característica?
Lógico! Não estariam indo e vindo de uma festa..Não são evangélicos ou algo parecido. É claro! São Irmãos!
Aproximei-me do grupo. Ao me verem chegar interromperam a conversa.
Discretamente executei o sinal do Grau Iniciático, obtendo resposta. A alegria tomou conta de mim. Estava entre amigos. Identifiquei-me. Perguntei ansioso o que estava acontecendo comigo.
Responderam-me com muito cuidado e fraternalmente. Havia desencarnado.
Fiquei assustado; e a minha família, os meus amigos, como estavam?
Estão bem, não se preocupe; no devido tempo você os verá, responderam.
Ainda assustado, indaguei do motivo de suas vestes.
Um deles me informou que estavam encaminhando a uma sala Capitular.
Sala Capitular? Templo maçônico. Vocês têm um? Sim, claro. Por que não?
Senti-me mais à vontade, afinal fui um Mestre Conselheiro, Ilustre
Comendador Cavaleiro e ainda por cima Grande Comendador Chevalier, e, com certeza receberei as honras devidas a minha posição. Pedi para acompanhá-los, no que fui atendido.
Ao fim da pequena caminhada avistei o Templo. Confesso que fiquei abismado. Sua imponência era enorme. As colunas do pórtico... Majestosas.
Nunca vira nada igual. Imaginei como deveria ser seu interior e como me sentiria tomando parte nos trabalhos. Caminhamos em silêncio. Ao chegar ao salão de entrada verifiquei grupos de Irmãos conversando animadamente, porém em tom respeitoso.
O que parecia ser o líder do grupo e que me acompanhava chamou um Irmão que estava adiante:
-- Irmão 2º Diácono! Acompanhai o Irmão recém-chegado e com ele aguarde.
Não entendi bem. Afinal, tendo realizado o toque dos graus capitulares e da cavalaria, e estando com as minhas comendas de PMC, PICC e PGCC, esperava, no mínimo, uma recepção mais calorosa.
Talvez estejam preparando uma surpresa à minha entrada; para um irmão com minhas credenciais não poderia se esperar nada diferente. Verifiquei que os Irmãos formavam o cortejo para entrada no Templo. A distância, não pude ouvir o que diziam, contudo, uma luminosidade esplendorosa cercou a todos. Adentraram silenciosamente no Templo. Comigo ficou o Irmão 2º Diácono.
De tanta emoção não conseguia dizer nada. O tempo passou... Não pude medir quanto.De repente, a porta do Templo se entreabriu o Irmão Mestre de Cerimônias, encaminhando-se a mim, comunicou que seria recebido.
Ajeitei-me, estufei o peito, verifiquei se minhas comendas não estavam desleixadas e caminhei com ele. Tremia um pouco, mas quem não o faria em tal circunstância?
Respirei fundo e adentrei ritualisticamente ao Templo. Estranho... Esperava encontrar luxuosidade esplendorosa, muito ouro e riqueza. Verifiquei, rapidamente, no entanto, uma simplicidade muito grande. Uma luz brilhante, vinda não sabe de onde iluminava o ambiente.
Cumprimentei o Mestre Conselheiro da reunião na forma usual. Ninguém se levantou à minha entrada. Mantinham-se calados... Respeitosos.
Não sabia o que fazer... Aguardava ordens... e elas vieram não voz firme do Mestre Conselheiro.
-- [...]S. U. D. ?
Reconhecendo a necessidade do exame de proficiência em tais circunstâncias, aceitei respondê-lo. Estufei o peito, e com voz grave respondi:
-- [...]F.C.N.P.D.A.L.U.V.P.E.V.
Aguardei seguro, a pergunta seguinte.
Em seu lugar o Mestre Conselheiro, dirigindo-se aos presentes, perguntou:
-- Os Irmãos aqui presentes o reconhecem como DeMolay, Cavaleiro e Chevalier?
Assustei-me. O que era isso? Por que tal pergunta?
O silencio foi total.
Dirigindo-se a mim, o Mestre Conselheiro emendou:
-- Meu caro Irmão visitante, os Irmãos aqui presentes não o reconhecem como DeMolay!
-- Como não? Disse eu. Não vêem minha insígnia? Não verificaram através da [M] do [S] e do [T]. Ainda por cima realizei o sinal dos graus passados!
-- Sim, caro Irmão - retrucou solenemente o Mestre.
-- Contudo não basta ter ingressado na Ordem, ter diplomas ou insígnias para ser um DeMolay.
É preciso antes de tudo, ter construído o "seu Templo" e escolhido certo ao cruzar a vida, infelizmente verificamos que tal não ocorreu com o Irmão.
Observamos, ainda, que apesar de ter tido todas as oportunidades de estudo e de ter galgado os Graus, não absorveu seus ensinamentos.
Sua passagem pela ponte da indecisão foi efêmera e marcada por erros.
Não pude agüentar mais. Retruquei:
-- Como efêmera? Vocês que tudo sabem não observaram minhas atitudes fraternas?
Fui interrompido.
-- Irmão veja então sua defesa.
Automaticamente, desenhou-se na parede algo parecido com uma tela imensa de televisão e na imagem reconheci-me junto a um grupo de Irmãos, tecendo comentários desairosos contra a administração de meu Capítulo.
Em outras imagens vi-me virando as costas para um irmão que me cumprimentava, com o qual eu não simpatizava e que eu não procurava conservar laços de fraternidade.
Era tudo verdade.
Envergonhei-me.
Tentei justificar mas não encontrava argumentos.
Lembrei-me, então, de minhas ações beneficentes. Indaguei-os sobre tal. E mudando a imagem como se trocassem de canal, vi-me colocando a mão vazia no tronco da solidariedade. Era fato e, costumeiramente, o fazia, por achar que a contribuição não seria bem usado... Por não ter o que argumentar, calei-me e lágrimas de remorso brotaram-me nos olhos. Iniciei a retirar-me cabisbaixo e estanquei ao ouvir a voz autoritária e ao mesmo tempo fraterna do
Mestre Conselheiro que estava presidindo a reunião.
-- Meu Irmão. Reconhecemos suas falhas quando no orbe Terrestre e na Ordem DeMolay, contudo, reconhecemos, também que o Irmão foi iniciado em nossos Augustos Mistérios e em nossa fraternidade que deveria moldar seu caráter...
-- Prometemos em suas Iniciações protegê-lo e o faremos. O Irmão terá a oportunidade de consertar seus erros, afinal, todos nós aqui presentes já os cometemos algum dia.
-- Descanse nesse plano o tempo necessário e, ao voltar à matéria para novas experiências,nós o encaminharemos novamente a Ordem DeMolay. Sua nova caminhada, com certeza, será mais promissora e útil. Saí decepcionado, mas estranhamente aliviado. Aquelas palavras pareciam ter me tirado um grande peso.
Acordei, sobressaltado e suando muito. Meu coração disparado.
Levantei-me assustado, mas com certa alegria no peito.
Havia sonhado!
Dirigi-me ao guarda-roupa, minha indumentária ali estava. Instintivamente, retirei da camisa as minhas comendas e as guardei em uma caixa.
Ainda emocionado e com os olhos molhados de lágrimas, dirigi-me à minha mesa e com as mãos trêmulas e cheio de uma alegria juvenil, retirei da gaveta o Ritual do Grau Iniciático.


Irmãos espero ue encontrem aqui o verdadeiro ensinamento de nossa ordem!
Atenciosamente,

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O primeiro DeMolay

Louis Gordon Lower nasceu em 2 de fevereiro de 1902. À idade de dezessete, Lower foi apresentado a Frank S. Land. Louis estava procurando um trabalho para ajudar nas finanças da família, mas o comportamento dele despertou o interesse Land. Logo depois Land sugeriu a Louis se ele poderia lhe ajudar a organizar um clube para jovens, uma organização para encorajar e dar direção aos jovens como ele.

Dentro de alguns semanas, a primeira reunião não oficial da Ordem DeMolay aconteceu no Templo do Rito Escocês na Cidade de Kansas. Louis foi o primeiro DeMolay a ter sua patente, emitida pelo Capítulo de Mãe, é 5 de outubro de 1919 datado e assinado por Frank S. Land. Louis também foi o primeiro membro da Legião de Honra e o primeiro Chevalier.

Por 1943, Louis, era funcionário da cidade bem conceituado, era o Diretor do Auditório Municipal. Em 18 de julho de 1943, Louis Lower foi assassinado fora da Estação de Bonde. Ele tinha parado para questionar um guarda de segurança bêbedo que estava dirigindo o tráfego em uma interseção abarrotada de uma rua. Quando Louis fora inspecionar o distintivo do guarda, este deliberadamente atingiu Louis com um tiro no tórax. Ele tinha quarenta e um anos de idade. Ele foi socorrido pela sua esposa a Sra. Dazie B. Lower, Fredonia Lower , Sra. J.E. Wasson, e o seu irmão Elmer W. Lower.

Louis Lower era um homem de ideais. Ele os manteve o momento de sua morte. Alguns eram sonhos de juventude quando ele era um DeMolay ativo do qual nunca deixou de ser.

A morte dele era uma perda profunda a Ordem DeMolay, especialmente a Frank S. Land que o tinha como um filho.

"Ele era um símbolo para milhões de jovens dos ideais e ensinos de nossa Ordem. Ele usou o manto da Ordem com dignidade e graça. Ele nunca esqueceu da responsabilidade que tinha adquirido. As éticas de liderança ensinadas na Ordem DeMolay floresceram em incontável campos de empenho. Ele era um homem de ideais... Ele amou Deus, a sua casa, e o seu país. Ele era um cavaleiro errante na vida diária embora ele nunca admitisse mas estava sempre lá.

"Louis Lower não era somente o primeiro DeMolay no mundo, mas também o primeiro Chevalier e o o primeiro membro da Legião de Honra. Ele era um símbolo dos ideais e ensinamentos de nossa Ordem." Disse Land


Fonte: http://www.capitulops.com.br/?pg=03

quarta-feira, 2 de junho de 2010

1º Bolão de Apostas

Como foi aprovado na ultima reunião o projeto feito pelos irmãos Gabriel Barreto e Yan Felber, o 1º bolão de apostas já está praticamente pronto. Sábado agora serão entregues as cédulas de Aposta, então NÃO faltem. Na reunião daremos mais instruções. Obrigado!